Arquivo da categoria: Dermatologia Clínica

Rejuvenescimento genital a laser

rejuvenescimento genital a laser
rejuvenescimento genital a laser

Rejuvenescimento genital a laser
O rejuvenescimento genital não é mais tabu. Há diversas técnicas para trazer conforto e melhorar a autoestima das mulheres e de homens . O ponto de partida é a chamada vaginoplastia, uma espécie de cirurgia de períneo, indicada em situações diferentes para as mulheres. Essa intervenção serve, por exemplo, para corrigir defeitos do assoalho pélvico, principalmente no pós-parto; para fazer reparos nos pequenos lábios, que ficam aumentados e podem atrapalhar as relações sexuais; ou até para aumentar o ponto G, ajudando na busca pelo prazer sexual. Importante destacar que esse tipo de cirurgia só pode ser realizado por ginecologistas.
No consultório, observo que a preocupação com essa área do corpo começa por volta dos 35 anos de idade. Porém, há pacientes que querem passar por procedimentos já na adolescência. A medicina evoluiu muito e, hoje, há tecnologias menos agressivas ao organismo e menos arriscadas. O uso do laser, por exemplo, tornou o procedimento mais simples, mais seguro e minimamente invasivo, o que garante um retorno muito mais rápido das pacientes às suas atividades.

rejuvenescimento genital a laser
rejuvenescimento genital a laser

Agora, o que leva uma mulher a procurar essa técnica? Em geral, as pacientes querem clarear as áreas genitais, que escurem com a gravidez ou com a depilação. Outra situação comum é o preenchimento dos grandes lábios, que podem ficar flácidos com o decorrer dos anos. Em geral, esses procedimentos podem ser feitos por qualquer mulher. As exceções são as portadoras de doenças ginecológicas não tratadas, como corrimentos, HPV e lesões ectópicas.
Também vale lembrar que nem todo os procedimentos para o rejuvenescimento vaginal implicam em abstinência de sexo. A atividade sexual pós-operatória depende do tipo de tratamento que foi realizado. As cicatrizes também não são aparentes e ficam bem discretas, em especial nas intervenções a laser. Na prática, a paciente terá que seguir os cuidados básicos de qualquer pós-operatório: repouso e higiene.
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Razões para usar cremes com retinol

RETINOL
RETINOL

 

As razões para usar cremes com retinol

Você tem dúvidas na hora de escolher um creme antienvelhecimento? Sempre fica com a impressão de que gastou muito e não teve o resultado esperado? Pois bem, se você não quer mais jogar dinheiro fora, há muitas razões para investir num produto com retinol. Esse princípio ativo começou a se tornar popular na década de 90 do século XX, como tratamento para acne. Os pacientes, porém, relatavam uma mudança significativa também na diminuição de rugas o que abriu os olhos dos dermatologistas para outros usos possíveis do retinol.
Só para dar uma ideia, um estudo realizado com idosos pela Universidade de Michigan (EUA) comprovou que a pele tratada com uma loção à base de retinol fica mais hidratada e com rugas atenuadas. A produção de colágeno aumenta, a aparência fica melhor e diminuiu a probabilidade do surgimento de feridas na superfície da pele.
No consultório, frequentemente escuto histórias como a da paciente a quem, há cerca de um ano, recomendei um creme à base de retinol, de uso diário. “Senti muita diferença na minha pele, já tinha algumas marcas de expressão no rosto e elas atenuaram bastante”, diz a jovem, que ainda não chegou aos 30. Ela conta que, cada vez que aplica o produto, sente seu rosto renovado “Até agora, os resultados são ótimos.Com certeza o creme com base de retinol cumpre todas as promessas e previne as rugas em longo prazo”, acrescenta a moça.
Mas, afinal de contas, o que é o retinol?
O retinol é a uma molécula da vitamina A, a forma alcoólica do ácido retinoico. O ácido retinoico é a substância com maior comprovação científica de agir contra o envelhecimento e a formação de acne. Seu efeito se dá sobre o material genético da célula, aumentando assim a capacidade de renovação da pele.
O ácido retinoico é um excelente aliado para quem quer suavizar as marcas no rosto. O início do tratamento, porém, pode ser complicado, porque o uso contínuo do produto tende a deixar a pele avermelhada, ressecada, com sensação de ardor e descamada. Por isso, essa substância requer recomendação médica e receita.
Já o retinol tem ação mais leve que do ácido retinoico. Na prática, isso significa que os resultados demoram um pouco mais para acontecer. Em compensação, a pele aceita melhor. O retinol pode ser usado em forma de creme ou sérum, sempre à noite e regularmente. É um útil aliado para a hidratação e o rejuvenescimento da pele.
Preste atenção na hora de escolher o cosmético
O retinol não precisa de receita e pode ser encontrado em diversos cosméticos. De qualquer forma, sempre considero importante a consulta ao dermatologista antes da aplicação de qualquer produto. Há diversas indicações e contraindicações para uso dessa substância. Gestantes e lactantes, por exemplo, não devem usar retinol sem a aprovação de um médico.
No Brasil, os cremes e séruns à base de retinol só podem conter, no máximo, o teor de 0,3%, conforme determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Produtos com maior concentração de retinol só podem ser adquiridos com receita médica.

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Suplementos Nutricionais : Mitos e Verdades !

imageSuplementos: mitos e verdades

Há muita controvérsia sobre o real efeito dos suplementos no combate ao envelhecimento . Os estudos apresentados até hoje não são conclusivos quanto à existência de um suplemento que seja realmente mágico para evitar o processo natural de degeneração provocado pela passagem do tempo. De qualquer forma, muitos cientistas consideram que esses produtos são importantes para substituir qualquer vitamina ou mineral cujos níveis no organismo estejam abaixo do considerado normal. Esse processo requer o constante acompanhamento laboratorial, para que o médico saiba a quantas andam os níveis de ferro, ferritina e zinco, por exemplo.

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Com relação à pele, a suplementos específicos, como o Polypodium leucotomos, indicado para o tratamento de melasma e vitiligo. A substância, obtida de uma samambaia comum na América Central, tem um componente de proteção UV recomendado para pacientes com história de câncer de pele ou sensibilidade. Consumir esse suplemento é uma forma de garantir ao organismo alguma proteção contra os raios solares.
Alguns especialistas, como a americana Leslie Baumann, autora de ‘Pele saudável: a fórmula perfeita para o seu tipo de pele”, defendem com entusiasmo a prática da suplementação. Ela afirma que, por conta própria, um indivíduo não consegue obter toda a quantidade de antioxidantes que precisa para minimizar os efeitos da passagem do tempo. Por isso, Leslie recomenda produtos compostos justamente com o Polypodium leucotomos e a coenzima Q 10, além do badalado chá verde.
Quanto às chamadas “bebidas da beleza”, que prometem acelerar o metabolismo, eliminando toxinas mais rapidamente, a americana sugere aos pacientes que observem a quantidade de açúcar do produto. O açúcar, para quem não sabe, é um dos vilões do envelhecimento, já que contribuiu para a glicação das células, um processo que provoca diversos males ao organismo.
Outros suplementos também estão na ordem do dia. A niacinamida tem comprovantes efeitos antioxidantes: ela reverte os danos causados à pele pelos radicais livres e recompõe a energia das mitocôndrias, estruturas responsáveis pela respiração da célula. A vitamina é um bom aliado no combate ao envelhecimento. Já o Viviscal surge como a melhor opção para o crescimento do Cabelo  e das unhas.

ACNE.Novo Guia de Cuidados atualizado pela Academia Americana de Dermatologia

Acne

Professor-assistente de Dermatologia no Mount Sinai Medical Center – um centro de referência para o tratamento de doenças da pele – o médico Whitney Bowe deu uma ótima aula no Congresso da Academia Americana de Dermatologia,realizado em Washington,DC este mês , sobre as questões práticas que cercam o tratamento da acne e as recomendações da Associação Americana de Dermatologia sobre o tema. Transcrevo aqui alguns tópicos que podem ajudar pacientes que sofrem com esse problema.

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Sobre o uso de antibióticos
“A resistência aos antibióticos tornou-se um tema mundial e não apenas no que se refere à dermatologia. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão do governo americano, já pontuou que devemos pensar e investir em um uso mais responsável de antibióticos. O ideal é administrarmos esse tipo de medicamento por, no máximo, três meses. No caso específico do tratamento dermatológico, recomendo que o antibiótico, tópico ou oral, nunca seja usado como monoterapia. Seu uso deve estar associado a outros medicamentos e/ou procedimentos. Aos pacientes, precisamos explicar que o simples uso de antibiótico pode causar outros problemas a longo prazo, além de não resolver a questão da acne”.

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Isotretinoína oral

“As diretrizes recomendam isotretinoína oral para acne grave ou moderada que não responde a outras terapias. Sabemos, porém, que esse composto está associado a um risco elevado de malformações congênitas. Portanto, mulheres que tomam isotretinoína precisam ter em mente que, durante o tratamento, devem evitar engravidar. Outro ponto importante: há estudos que sugerem uma ligação entre esse medicamento e a ocorrência de casos de depressão e doenças inflamatórias do intestino, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa. Não há, no entanto, evidências conclusivas. É fundamental que os pacientes estejam cientes dos riscos associados e sigam fielmente os conselhos do médico. Neste caso, creio ainda ser importante informar às mulheres que contraceptivos orais também apresentam bons resultados no tratamento da acne”.

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Peelings químicos e tratamentos a laser
“Estudos limitados nos mostram que procedimentos como peelings químicos e tratamentos a laser podem ajudar no combate à acne. Mesmo assim, a Associação Americana de Dermatologia não recomenda essas terapias. Pessoalmente, creio que alguns procedimentos têm eficácia para determinados pacientes, mas nem sempre apresentam resultados realmente significativos”.

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Dieta

“Algumas pesquisas indicam que o consumo de produtos lácteos (em especial, o leite desnatado) e produtos ricos em açúcares refinados pode estar ligado à ocorrência da chamada à acne glicêmica. No entanto, neste momento, as diretrizes afirmam que não existem dados suficientes para recomendar mudanças na alimentação de todos os pacientes com acne. No consultório, eu proponho mudanças na dieta de pessoas que percebem uma relação entre o que comem ou bebem e o efeito em sua pele. Mas aviso que essas mudanças só serão realmente eficazes se associadas à terapia padrão da acne. E deixo claro aos pacientes que eles não terão um efeito dramático sobre a pele apenas seguindo uma dieta diferente. A dieta é um aliado, não a arma principal no combate à acne”.
Abordagem ao paciente
“Quando recebo uma paciente adulta, que luta, por exemplo, contra um tipo de acne com forte componente hormonal, geralmente começo a conversa com uma explicação sobre o uso de espironolactona, sozinha ou combinada a contraceptivos orais. Mas costumo a fazer isso em combinação com uma terapia tópica. Por sinal, na prática diária do consultório, gosto de trabalhar com tratamentos mais abrangentes, que alternam medicamentos, peelings químicos e dieta, além do uso de produtos tópicos. Creio que é o tratamento mais bem-sucedido”.

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Queda de Cabelo Masculina.Como tratar!

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Conhecida cientificamente como alopécia androgenética, a popular calvície ou perda de cabelo padrão masculino afeta 50% dos homens na faixa dos 40 aos 48 anos. Fatores genéticos, cigarro, exposição aos raios UV e a poluição podem levar à queda dos fios, um problema que atinge todas as raças, embora haja certa prevalência entre os caucasianos e menor incidência entre os orientais. De qualquer modo, todos os estudos apontam o aumento do risco com o avanço da idade. É preciso destacar ainda que, apesar de ser mais comum entre homens, a alopécia também acontece entre mulheres.

Hoje, apenas dois tratamentos têm seu uso aprovado tanto pelo FDA quanto pela Agência Europeia de Medicamento: finasterida oral e minoxidil tópico. Para explicar o funcionamento desses produtos, é preciso entender um pouco como a calvície ocorre. A queda dos cabelos está relacionada à enzima que converte a testosterona em di-hidrotestosterona (DHT). A DHT, quando ligada à raiz do cabelo, atrofia gradualmente o pelo até ele desaparecer. A finasterida age, justamente, para evitar esse processo. Seu efeito começa a ser sentido a partir de seis meses após o início do tratamento.

Porém, é preciso observar que a finasterida apresenta alguns efeitos colaterais e, embora possa ser encontrada livremente no mercado, recomendo que seu uso tenha acompanhamento médico. Há registros de redução da libido, ginecomastia e disfunção erétil. Em pacientes com idade superior a 45 anos, o monitoramento dos níveis do antígeno específico da próstata (PSA) torna-se obrigatório. Com a avaliação correta, o produto é seguro para consumo.

Tal e qual a finasterida (cuja descoberta se deu nas pesquisas contra o câncer), o princípio ativo batizado de minoxidil – com diversos nomes fantasia no mercado – surgiu com outra finalidade: vasodilator para hipertensos. Com o passar do tempo, os médicos perceberam que o uso contínuo do produto tinha, como efeito colateral, a chamada hipertricose, ou seja, o crescimento exacerbado dos pelos do corpo.

A partir daí, o minoxidil ganhou versões em loção para combater a queda de cabelo e estimular o crescimento e o fortalecimento dos fios. Embora não haja uma explicação científica 100% aceita, acredita-se que, por se tratar de um vasodilatador, ele favoreça a chegada de mais nutrientes e oxigênio aos folículos capilares. De qualquer forma, o minoxidil não tem efeito prolongado – ele funciona enquanto está sendo usado. No momento em que o paciente interrompe a aplicação, o cabelo volta a cair. Portanto, o ideal é fazer tratamentos combinados de finasterida e minoxidil.

Em termos de medicamento, ainda há uma terceira substância que pode ajudar no tratamento da alopecia. O cetoconazol é um agente antifungos, indicado para o combate à caspa e à dermatite. O produto também mostra resultados em pacientes que tem queda de cabelo associada à inflamação.

Os pacientes com alopécia também podem recorrer a tratamento cirúrgico. O implante capilar usa cabelos da região da nuca e a razão é simples: os pelos dessa área tem uma composição diferenciada, tanto que, em geral, não caem. E, como em qualquer transplante, o material mantém as características do seu local de origem. Por isso, aconselho os pacientes a prestarem bastante atenção caso queiram se submeter ao implante. Retirar cabelos mal transplantados é um problema e tanto. Também recomendo a combinação desse procedimento com o uso da finasterida e a aplicação de minoxidil, num mix de ótimos resultados.

Naturalmente um problema que afeta tantas pessoas chama a atenção dos cientistas. Tanto que já há estudos sobre o uso de laser e da toxina botulínica no combate à alopecia. Também há pesquisas sobre a importância das vitaminas e o efeito dos fitoterápicos no estímulo ao crescimento dos fios.

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